domingo, 16 de março de 2014

O prazer da paixão

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Estudos dizem que paixão pode durar até 4 anos, há quem diga que dura para sempre.
O diferencial da paixão para o amor é a borboleta no estômago, o acelerar do coração ao ver ou falar com a pessoa, o desejo intenso...esses sintomas são recorrentes de quando estamos apaixonados e não é a melhor época de um relacionamento?  O que vem depois disso?
No começo, há a descoberta de uma nova pessoa com jeitos diferentes do que você está acostumada, mas  isso parece passar desapercebido ou não damos muita importância, já que a vontade de tê-la por perto é maior que qualquer insegurança que venhamos a ter, época de sorrir por tudo, das qualidades e dos defeitos, é quando nossa prioridade é a felicidade e não opiniões de outras pessoas ou problemas que venham a aparecer, é aquele momento: em que tudo vai passar e que nada tem importância a não ser os dois.
Paixão faz o diferente não nos dar medo e sim ser especial, ser o que nos faz querer mudanças.
No amor, temos a calmaria, a paz, estar com alguém que faz você se sentir em casa, sentir que tem um lar, eu acredito que a duração de paixão e amor, varia muito, de relacionamento, paixão pode durar bem pouco, pois o amor as vezes vem rápido, não que o fogo apague, ele continua ali, mas a urgência não é tão grande como antes, a paz que o amor nos traz, nos consola e nos traz a segurança, segurança essa que nos dá a certeza de que não precisamos ter tanta pressa, que na verdade, tudo dará certo.
Esses pequenos prazeres como estar com alguém, sentir aquele friozinho na barriga, coisas simples que não se paga e nem se iguala.



* Na foto, o filme Diário de uma Paixão.

Líderes sociais

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Comecei a escrever num blog chamado Letra Exposta, infelizmente entrei numa época não muito fácil e ele acabou não dando certo, mas está ai um dos textos postados por mim, o tema da semana era: Lideres Sociais.
Quando li o tema "grandes líderes sociais" fiquei pensando sobre os famosos Luther King, Nelson Mandela, Madre Teresa de Calcutá, mas tudo o que eu saberia falar, seria o que está escrito em suas histórias, algo que nada que uma pesquisa rápida no pai Google, não resolva a situação e que se eu o fizesse, não teria nada de diferente que o fizesse estar aqui para ler, certo?
Pensei e dei uma pesquisada sobre o conceito de líder social, mas não achei nenhuma definição que fosse correta, que deveria ser seguida fielmente, mas vou tentar pelo que eu li e conheço.
Um líder social é aquela pessoa que de alguma maneira luta, trabalha para melhorias em seu bairro, cidade e/ou numa causa visando um bem maior a sociedade, um resultado diferente dos que os líderes políticos tem feito por aí.
http://letraexposta.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif
O mundo está cheio de pessoas do bem, fazendo sua parte, correndo atrás das coisas que acreditam, normalmente quando se fala no assunto, pensamos nos poderosos, naqueles que vemos na mídia, mas eles são só alguns perto de tantos outros, a verdade é que se você quer ser alguém que faça a diferença, não tem coisa mais fácil do mundo do que agir, pois tem tanta coisa errada, tanta coisa para consertar.
Diante disso, comecei a pensar quem seriam os lideres sociais que eu conheço, que de alguma forma fez a diferença em algum lugar.

Grupo de Franco da Rocha que conheci por acaso e que todo ano faz o trabalho na cidade deles distribuindo brinquedos as crianças carentes e também adotando algumas famílias levando roupa, sapatos, produtos de higiene e cesta básica.

Ana Paula Maciel, brasileira presa na Rússia, após protestar contra a exploração de Petróleo no Ártico.


Operação Mais Pão, Menos Opressão - Organizada pelo grupo Anonymous, essa operação se organiza e distribui comidas, roupas e kit de higiene pessoal aos moradores de rua, sem contar que além dessa operação, o grupo se organiza no mundo inteiro contra grandes empresas que só querem saber do dinheiro e esquecem da sociedade.

Ricardo Tripoli que implantou o primeiro e o segundo hospital publico veterinário no estado de São Paulo.

Julia Colle, uma das pessoas que estava acorrentada no Instituto Royal protestando contra o uso de animais nos testes e que graças a essa atitude recebeu um grande enfoque da mídia e acabou acontecendo a invasão e o protesto, infelizmente, ela se suicidou dias antes da invasão.


Movimento Passe Livre, responsável pela luta contra o aumento dos R$ 0,20 na passagem, creio que cada pessoa na manifestação foi importante para o resultado final, mas para quem não tem conhecimento de movimentos sociais, ver este fazendo alguma coisa, com certeza, foi essencial , não acho que o objetivo seja prioridade para o nosso país, mas sair de casa e ver o tanto de gente na rua lutando por alguma coisa, foi espetacular!

Algumas das pessoas acima são bem criticadas pelos seus interesses pessoais, pois muitos dizem que fazem isso para crescimento, para ganhar fãs, dinheiro, fama, enfim, mas coloquei elas como exemplo por suas ações e não pelos interesses, acredito se alguém está fazendo o bem é isso que importa, enquanto alguns criticam, eles fizeram algo.
Para finalizar, deixo uma metáfora sobre fazer a diferença nesse mundo:
"Era uma vez um escritor que morava numa tranquila praia, perto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e a tarde ficava em casa a escrever.
Um dia, enquanto caminhava na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, deitá-las novamente ao oceano.
- Por que fazes isso? – perguntou o escritor.
- Não vês! – explicou o jovem – a maré está baixa e o sol está a brilhar. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escritor espantou-se.
- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Deitas umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai morrer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, deitou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
- Para esta aqui eu fiz a diferença…
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano."
E você já fez o bem hoje?

* Texto escrito em janeiro de 2014.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Você age como mãe?

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Ultimamente, tenho parado muito para reparar nas mães que vejo no dia-a-dia, nas ruas, ônibus etc e infelizmente, não tenho visto amor, o que vejo é a obrigação para com seus filhos, digo isso, pois cansei de ver cenas em que a filha pequena falava com a mãe e ela ignorava, falava para ficar quieta ou quando a mãe está caminhando a passos largos, o filho por sua vez, caminhava bem atrás, quase correndo, tentando alcançar os passos da mãe e você já reparou como está sendo como mãe?

Você pode estar pensando: tenha filhos e depois procure entender!
Entendo o quanto a vida materna pode ser estressante, pois a maioria cuida da casa, filhos e marido, acredito também que esse tipo de atitude como o "distanciamento" acontece pelo fato de que em muito dos casos, a mulher tem que deixar seus planos para se dedicar a uma vida em que ela não pensava ter tão cedo, ainda mais quando você tem filho jovem, acabando assim descontando a frustração em quem não tem nada haver, nada justifica esse tipo de atitude, a criança não tem culpa das falhas dos pais e nada deveria ser mais prioridade do que o amor materno, vejo crianças mendigando amor quando o certo (pelo menos, na teoria) isso teria que ser o essencial. 

Assisto muito o programa Super Nany que muita gente se refere em tom de piada, mas que muitos deveriam assistir para tirar algumas lições e o que percebo no programa é que o problema não estão nas crianças das famílias participantes e sim com os pais que não sabem administrar a vida de casado e quem paga a conta no final são as crianças. 

Em vários episódios que assisti, as crianças faziam shows, manhas e no fim, era só falta de um abraço ou de uma palavra que demonstre os sentimentos, pois tem coisas que sabemos, mas que precisamos ouvir para mentalizar, sentir, se é assim conosco que já temos alguma experiência de vida, imagina como não é para uma criança que tem a família como espelho. 

Não quero dar lição de moral, até porque eu não sou a pessoa que mais demonstra amor no mundo, mas tenho visto esse tipo de atitude e é inevitável não comentar.

A reflexão que quero deixar para vocês é: Você já deu um beijo no seu filho hoje? Já falou o quanto o ama?
Comentem!